quinta-feira, abril 13, 2006

O SUPLICIADO


Um Cristo crucificado
Povoa templos, salões,
E o seio desnudado
De mulheres aos milhões!

Aquele ser supliciado
Serve de exemplo aos vilões,
P'ra que se fique calado
E não haja violações,
Desse direito "sagrado"
Que é o de mandar, dos mandões.

Mas Cristo emerge da morte
Logo depois ter morrido!
E vive! E, de tal sorte,
Que os mandões perdem o norte
Em busca do "foragido"!

E perguntam por aí:
O que será feito dele?
Se ele aparecer por aqui
Té lh'arrancamos a pele...

Mas há-de chegar o tempo
Nítido, límpido, pressentido,
Em que será dado o exemplo
Pelo NOBRE foragido:
Aquele Ser, tão sofrido,
Expulsá-los-à do TEMPLO

Um tempo que vai surgindo...
Que eu já vislumbro e contemplo!

2 Comments:

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Anonymous Anónimo said...

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